Superando as probabilidades

Quando o nosso desejo é diferente da realidade, só nos resta ir além dos limites para criar trilhos que superam as probabilidades. Independente da área de atuação, somos todos vendedores e todos os produtos são sonhos de alguém.

Houve um tempo que para fazer negócio bastava entender do negócio. Hoje, não é mais suficiente e nem necessário em muitos casos. Porém, sempre será muito provocativo ter conhecimento dos aspectos que envolvem a persuasividade de sua marca e a ousadia para atrair a paixão.

Mais do que nunca, a vitalidade que flama o espírito de negociador é o talento de incitamento ao fomento das mercancias, os quais podem ser intangíveis e palpáveis. Assim, tanto faz ser um sonho ou algo factual que ele vai fazer o negócio acontecer.

Já foi o tempo que todo cliente era rei. Atualmente, o cliente é tudo, pois ele vive o papel de todos os personagens. Principalmente, de um sonhador que pretende ter seus desejos e necessidades não apenas supridas, mas excedidas para ele sair deslumbrado.

O proposital é interpretar que todos os produtos sejam sonhos. Porém, não precisa ser um ilusionista e criar ilusões, mas sim um negociador que encanta e gosta de fazer negócios.

O negociador é tempestivo e sabe superar as probabilidades entrosando as vendas com os prazeres de um clima favorável ao acordo. Imperioso para dominar calma, racionalidade ativa para captar as expressões reveladas e com um roteiro mentalizado para aguçar, adaptar e construir rumos e direções nas suas mensagens magnéticas, sempre torna saliente o ato da venda.

O momento mágico da venda é quando se excede as expectativas do cliente. Essa sensação de superação tira o coelho da cartola. Um negociador que possui a marca persuasiva envolve na alma de negócio e faz o cliente sentir que o seu sonho está sendo realizado.

Nessa condição, o valor do produto passa a ser maior que o preço. Quando o contrário, o sentimento de frustação do cliente transparece que o produto teve o preço maior que seu valor. Mas, isso com ele nunca acontece.

Para atrair a paixão é necessário que haja superação, então a sensação de valor no produto provoca entusiasmo, enquanto a percepção do preço definha a satisfação.

Como o cliente se apresenta em infinitos papéis, ele precisa de assessoramento, ser ouvido e compreendido para assim ser atendido na atratividade da empatia. A partir daí, o repertório do negociador deve estimular aspirações paralela como se fosse um espelho imaginário, que amplia a experiência desejada e a torne em um ato inesquecível e apreciado.

Promover o encantamento e avançar para não ficar estacionado. Renovar e alinhar a sinergia da próxima venda é uma constância que faz parte de sua história e cria sua a marca de negociador.

Habilidoso em conciliar interesses e estratégias em vertentes comuns, assentando alternativas em benefícios visíveis.

Um especialista em solucionar problemas e chegar a acordos vantajosos para o negócio e para o cliente, mesmos quando os interesses sejam opostos. Pois, sua habilidade prospera na mudança de concepção. Por certo, um ouvidor ativo que não oferece produto, mas sim sonhos como soluções prazerosos.

Essa é uma arte das muitas oportunidades onde a maioria são derrotados, porque simplesmente não embarcam, preferindo perecer no afundo do precipício quando não entende que ele é um vendedor de si.

Capacidade, habilidades e tempo são os primeiros produtos que todos devem possuir para vender. No entanto, aqueles que não oferecer seus produtos com as astúcias de um negociador irão fenecer lastimas de maus momentos sonhados.

Todos os produtos são sonhos que não podem ser diferentes da realidade e ao mesmo tempo, somos todos vendedores desejando um lugar sonhado.

Então, superar as probabilidades é mais um enigma para quem gosta de fazer negócio e assim, espera o seu momento para ingressar na vida seleta de negociador. Nesse caso, a primeira ação a ser vendida serão seus afazeres. Logo, esses deverão estar presente em sonho de alguém para suas vendas ocorrerem.

Desse modo, o que você tem para vender? Vamos tirar o coelho da cartola?

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